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Almir Siller de Abreu

Almir e Norma posando na subida da Pedra da Cruz

A vida do guia Almir Siller de Abreu é recheada de felizes coincidências. A primeira aconteceu quando iniciou aulas de jazz (queria vencer a timidez para dançar): a professora gostava de caminhar e o convidou para subir a Pedra da Gávea (em 1980, com uma trilha menos definida, era um feito e tanto fazer essa subida). “Hoje, multidões vão lá, tudo é mais fácil”, explica Almir. A outra se deu quando conheceu no clube sua esposa, a montanhista Norma.

Embora esteja ligado à natureza desde pequeno, por causa da infância no interior de Minas Gerais (São Lourenço e Espírito Santo), ele considera como seu início no montanhismo a subida à Pedra Bonita, em 27/05/1979. Fez curso de adestramento no CEB, em 1980 (hoje esse curso é chamado de CBM- Curso Básico de Montanhismo). Além das caminhadas, tornou-se escalador e em 1982 já era guia. Escalar, para ele, o ajudou a diminuir o medo de alturas: “Tinha certo receio de estar lá em cima, pendurado”; receio esse que superou com facilidade.

Almir guiou sua primeira escalada oficial pelo CEB em 1990: o paredão Doze de Fevereiro (Perdido do Andaraí). Seu desejo é ficar perto da montanha e da natureza, porque elas trazem harmonia e paz. Não cultiva grandes aventuras, como subir o Everest ou Aconcágua, está satisfeito com o que faz: “Gosto de conduzir pessoas às montanhas e à natureza em geral, pelo prazer das belas paisagens e de viver momentos inesquecíveis em equipe”.

No seu currículo de montanhista, Almir contabiliza, até 2010, 538 caminhadas, 784 escaladas, 14 atividades em Campo Escola, 159 vias de escaladas diferentes percorridos, 219 cumes diferentes alcançados. A via mais feita é o Costão do Pão de Açúcar (31vezes). O total de excursões feitas pelo CEB é de 365, com um total de 2483 participantes e 313 relatórios entregues.

Almir é aposentado, formado em Turismo e em Administração.

mar/2011

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